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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Ateliê de Expressão e Comunicação – Postais no último dia de aulas



 Dezembro de 2012 - Postais no último dia de aulas








No último dia de aulas do primeiro período, numa aula muito curta, conseguimos construir postais com mensagens pessoais, para oferecermos aos pais. 



Alguma da azáfama, intensa, animada, mas muito positiva, e alguns dos resultados foram estes.





















domingo, 9 de dezembro de 2012

Ciências Físico-Químicas – Construção de um pluviómetro


"A pluviosidade é a quantidade de chuva que cai num local e pode ser medida com um pluviómetro. Os alunos construíram um pluviómetro rudimentar com uma garrafa plástica e calcularam a área da base da garrafa.
Depois de recolhida água da chuva, os alunos irão concluir a experiência."
 
 
 
 
 
 
 
 

domingo, 18 de novembro de 2012

Ateliê de Expressão e Comunicação

2º desafio - Olhar o quadro da sala de aula e… ver com a imaginação!
 
Na sequência da criação dos textos que o quadro branco suscitou,
a imaginação voou para as imagens.
1 – Uns inspiraram-se no próprio quadro:
 

 
         
2 – Outros viram as histórias dentro dele, ou as imagens da turma (mascotes muito inspiradas):
 
 
 
3 – O Zé viu a própria escola:

domingo, 21 de outubro de 2012

Ateliê de Expressão e Comunicação



1º Desafio - Olhar o quadro da sala de aula e… ver com a imaginação!


Era uma vez um quadro! Esse quadro era muito importante!
Num certo dia foi removido. Quando chegou à sua nova residência cruzou-se com outro colega quadro e teve muita pena dele porque esse quadro já estava muito velhinho. Instalou-se em Torres Vedras, na Escola Secundária Henriques Nogueira, na sala B1-05. Colocaram-no na parede, e logo travou a primeira amizade, com a parede mais próxima.
Certo dia, começou a escola, e ele estava muito bonito, vestido de branco e muito alegre. Viu muitos meninos e também várias professoras. Mas, se teve a sua primeira amizade, teve também uma amizade oponente, que foi a caneta, a caneta preta, que, quando lhe tocava, o deixava sujo e deselegante. Ficou rapidamente mascarrado. Na altura, ficou um bocado triste, mas sabia que tinha que estar disposto a trabalhar e isso implicava enfrentar adversidades. E trabalhou sempre com alegria, abraçado à sua amiga parede que nunca o deixou entristecer.
José Fernando

É branco
Está sujo, com manchas negras
Está encostado às paredes, que dão as mãos ao teto
Serve para desenhar palavras
Tem metal prateado à sua volta
Está abraçado a um candeeiro
Que o ilumina e que fala com ele
Olha pelas janelas e vê o mundo

Luís Cortês    

Nele vejo vários dias a passar e a deixar marcas em forma de manchas.
Ele está abraçado à escola através das paredes do teto e do chão, que são os seus braços.
Sem ele, víamos menos e sabíamos menos.
Nele, vejo manchas de tinta mal apagada!
Sebastião

O quadro está sujo. Mas é uma sujidade cheia de coisas para descobrir. Eu vejo um cavalo à solta, a passear pelo parque verde. Montado no cavalo, vejo um cavaleiro que salva a linda princesa Bianca, quando está prestes a ser raptada pelo dragão, gigante, preto e com riscas. O quadro branco parece-me um écran de cinema.
Miguel
Vejo um simples quadro branco, que fala com um projetor, que fala com as luzes, que falam com a parede. Enfim, ouço uma enorme tagarelice quando olho este quadro.
Parece-me que passou sobre ele uma pulga carregada de micróbios e pegou a peste ao nosso quadro branco. Mas… um simples apagador pode fazer desaparecer letras, números, desenhos, e também a peste. Que bom! Ele pode ficar, de novo, um quadro branco radioso, como um sol tão intenso que perde a cor.
Beatriz

Era uma vez um quadro muito jovem, branco e com manchas negras. Tinha apenas três amigos, de quem gostava muito: o écran, a quem puxava por uma manga quando queria conversar; a parede, que era o seu apoio; e a fita de metal que o rodeava e com quem andava sempre de mãos dadas.
O quadro e os seus amigos viviam numa sala, onde também morava o 8º B. Quando não estava ninguém nesse lugar, estes amigos comentavam uns com os outros que a turma era um bocado barulhenta, mas gostavam da sua companhia, e ficavam tristes quando os jovens iam embora.
Como eles não eram mais do que um quadro, uma parede e uma fita de metal, os dias passavam assim, sempre iguais. E eram bons!
Ricardo

O quadro tem manchas – marcas de um apagador, que apagou frases e contas que alguém registou.
Fica por baixo de um pano enrolado que, ao desenrolar-se, o cobre. Nesses momentos, têm conversas infinitas sobre muitos saberes, que alguém aí vai registando.
O quadro costumava ter um suporte onde repousavam as canetas; mas não se davam bem, ele e o suporte. Este estava sempre a sair dali, ao mínimo toque de alguém. Agora, o quadro está sozinho!
O quadro guarda muitas memórias das turmas que passam pela sala onde mora, das histórias que ali acontecem, e das pessoas que nele escrevem.
Ele é muito respeitador, pois está sempre na parte da frente da sala e olha-nos nos olhos.
Esteve sempre de mão dada com a parede e gosta tanto da sua sala que nunca a abandonou. Ali conheceu mesas, cadeiras e muitos outros objetos, e todos são os seus melhores amigos.
Ana Rita

Prepara-se uma guerra sem salvação! Há guerreiros das trevas, com cobras venenosas, num quadro mágico, branco. Imagino-o com mil palavras e muito poderoso, porque as palavras são poderosas, e delas fogem muitas pessoas, aflitas. Preparam as malas, e o dinheiro, e fogem pelo mar, mas este está cheio de tubarões. Não há fuga possível? Eis que surgem os espíritos bondosos, em luta contra o mal. E ganham, e no final recebem uma estatueta com um pelicano gravado.
Rodrigo












Um quadro branco com manchas pretas parece um dálmata, que está encostado à parede a descansar.
Este dálmata nasceu de uma explosão causada por um cientista, que estava a tentar clonar dálmatas. Criou, no entanto, uma “coisa” quadrada, branca, com manchas pretas. Pensou que podia ser o início de uma raça de cães gigantes; mas … este não se move!
Alexandru

Vejo um quadro branco com os braços a agarrar a parede. Imagino que, à noite, no Inverno, sai para apanhar chuva e lavar-se, ou poder apreciar um belo céu estrelado.
Emanuel

Numa sala de paredes brancas, há um quadro que, aparentemente, não é mais do que um simples quadro branco. Mas, àqueles que tiverem a fantástica capacidade de o olhar com olhos de ver, este transmite emoções… como o cansaço de estar sempre sozinho, e a trabalhar sem se mexer, ou a tristeza de não poder sair do mesmo sítio.
De repente, começo a visualizar nele algumas medalhas e, para além de me parecer uma peça jovem e clara, afigura-se-me ser um cenário de romance e traição das diversas mulheres de Luís de Camões.
Neste momento, o quadro começa a mudar de feições;… vê-se nele a época medieval, com pessoas a apanhar peste negra e a andarem desesperadas de um lado para o outro!
Lúcia

Os melhores amigos são o quadro e a parede porque não há ninguém que os separe. Hoje, o quadro vestiu uma camisola branca com alguma sujidade, mas o seu amigo abraçou-se a ele, para não ficar triste com a sua camisola preferida suja de óleo. A amiga parede ficou com o coração cinzento por ver o seu grande amigo a chorar. Mas… a parede acendeu a luz e teve uma ideia! Comprou-lhe uma camisola nova, tão branquinha como a neve acabada de cair!

Bernardo P.


















O quadro é novo e está encostado à parede por quem está apaixonado. Nele podemos desenhar, escrever poemas, libertar a imaginação.
O quadro é branco e puro, e as manchas são uma forma de expressar o seu amor. Esconde muita magia: ora com palavras de tristeza, que logo se apagam, ora com palavras de alegria, de amor e de felicidade, que teimamos em fixar.
Com ele muita gente aprendeu, e ele nunca se queixou, porque aquele quadro só tem amor para dar.
Isabella

O quadro é branco. Está encostado à parede e abraçado a uma fita prateada. Está vestido de branco, com manchas negras e alguns autocolantes. Parece uma pintura!
Se nos distrairmos, por um instante parece-nos um dálmata!
Diogo

Era uma vez um menino chamado Gervásio Alexandre!
Tinham acabado as férias e era dia de irem à escola conhecer o novo professor. Quando lá chegou, ficou assustado e surpreendido, e com vontade de rir, porque o professor era um quadro. Tinha cara de quadro e estava todo sujo. Começou então a explicar que teve uma aula de CFQ e teve azar com uma experiência meio maluca. Este professor apresentou-se com uma moldura de ferro à volta da cara, muito limpa, apesar da explosão.
Este professor era muito rígido, mas simpático também; era um craque a Português, como se conhecesse um mundo inteiro de palavras; parece-me que entrou no curso de línguas com média de vinte.
Disse-nos que os seus animais preferidos são as formigas, e que está sempre acompanhado da formiga rainha, que é muito grande, chegando a ter cinco centímetros.
Aqui têm o meu professor preferido!
Bernardo F.

Dá carinho às paredes.
Está sujo, mas é dele que sai o saber.
Fica manchado de tanto ensinar.
Tem um contorno prateado;
com um candeeiro por cima, para se destacar;
e  um melhor amigo agarrado a si,
pois tem medo de estar sozinho.
Tem parafusos a segurá-lo, para não cair
quando está nervoso, ou quando é fotografado pelo projetor.
As suas manchas parecem andorinhas… livres…
Como o pensamento!

Maria

domingo, 30 de setembro de 2012


Bem - vindos ao blogue do 8ºB

Estamos agora no 8º ano! E vamos reiniciar o nosso blogue, onde continuaremos a partilhar os nossos trabalhos e projetos de turma, ao longo do ano letivo. Que vai começar, numa escola renovada:


As coisas melhores

As coisas melhores são feitas no ar,
andar nas nuvens, devanear,
voar, sonhar, falar no ar,
fazer castelos no ar
e ir lá para dentro morar
ou então estar em qualquer sítio só a estar,
a respiração só a respirar,
o coração a pulsar,
o sangue a sangrar,
a imaginação a imaginar,
os olhos a olhar

(embora sem ver)
E ficar muito quietinho a ser,
Os tecidos a tecer,
Os cabelos a crescer.
E isto tudo a saber
que   isto tudo está a acontecer!
As coisas melhores são de ar
só é preciso abrir os olhos e olhar,
basta respirar!
Manuel António Pina

    A última encenação do ano passado, no ensaio. Foi das melhores coisas que fizemos!